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A GUIDE TO HUMAN CONDUCT
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Publish-date-icon October 15, 2010
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EPISODE DESCRIPTION

Morality is the foundation of Sa'dhana' (spiritual practice). It must, however, be remembered that morality or good conduct is not the culminating point of the spiritual march. As a moralist one may set an ideal for other moralists, but to do this is not something worth mentioning for a Sa'dhaka (spiritual aspirant). Sa'dhana', in its very start, requires mental equilibrium. This sort of mental harmony may also be termed as morality. 

People often say, "I follow neither a religion nor rituals; I abide by truth; I harm nobody and I tell no lies. This is all that is necessary; nothing more need be done or learnt. " It should be clearly understood that morality is only an effort to lead a well-knit life. It will be more correct to define morality as a dynamic force rather than a static one, because balance in the extroversal spheres of life is maintained by waging a pauseless war against all opposite ideas. It is not an intro-external equilibrium. If the unbalanced state of mind takes a serious turn by pressure of external allurement, and if the mental disturbance is found to be intense, it is likely that the power for internal struggle may yield and consequently the external equilibrium, the show of morality, may at any moment break down.

That is why morality is, no doubt, not the goal, not even a static force. The morality of a moralist may disappear at any moment. It cannot be said with any certainty that the moralist who has resisted the temptation of a bribe of two rupees would also be able to resist the temptation of an offer of two hundred thousand rupees. Nevertheless, morality is not absolutely valueless in human life. Morality is an attribute of a good citizen and it is the starting-point on the path of Sa'dhana'.

Moral ideals must be able to furnish human beings with the ability as well as the inspiration to proceed on the path of Sa'dhana'. Morality depends on one's efforts to maintain a balance regarding time, place and person and therefore there may be differences in moral code. But the ultimate end of moralism is the attainment of Supreme bliss and therefore there should not be any possibility of any imperfections of relativity. It cannot be said that the ultimate aim of human life is not to commit theft; what is desirable is that the tendency to commit theft should be eliminated. Not to indulge in falsehood is not the aim of life; what is important is that the tendency of telling lies should be dispelled from one's mind. The Sa'dhaka starts spiritual practices with the principles of morality, of not indulging in theft or falsehood. The aim of such morality is attainment of such a state of Oneness with Brahma where no desire is left for theft; and all tendencies of falsehood disappear.

In the Sa'dhana' of A'nanda Ma'rga, moral education is imparted with this ideal of oneness with Brahma, because Sa'dhana' is not possible without such a moral ideation. Sa'dhana' devoid of morality will divert people again towards material enjoyments and at any moment they may use their mental power, acquired with much hardship, to quench their thirst for meagre physical objects. There are many who have fallen from the path of Yoga or Tantra Sa'dhana' and are spending their days in disrepute and infamy. Whatever little progress they achieved through forcible control of their instincts, was lost in a moment's error in pursuit of mundane pleasures.

It must, therefore, be emphasized that even before beginning Sa'dhana', one must follow moral principles strictly. Those who do not follow these principles should not follow the path of Sa'dhana'; otherwise they will bring about their own harm and that of others. A'ca'ryas must have noticed that people of over-selfish nature fear A'nanda Ma'rga itself for fear of following its strict moral principles. They are concerned that the spread of A'nanda Ma'rga may inconvenience the fulfilment of their mean, selfish desires and therefore, they malign the Ma'rga in an effort to conceal their own weakness and dishonesty. But remember that those who are lacking in moral spirit do not deserve to be called human beings. However hard they may try, their tall talk alone cannot camouflage the meanness of their minds for a long time.

Shrii Shrii Ánandamurti - A'nanda Pu'rn'ima' 1957

UM GUIA PARA A CONDUTA HUMANA

Moralidade é a base da Sádhaná (práticas espirituais). Entretanto, é preciso lembrar que moralidade ou boa conduta não é o ponto culminante da marcha espiritual. Como moralista, é possível estabelecer um ideal para outros moralistas, mas para um Sádhaka (aspirante espiritual) isso não é preciso sequer ser mencionado.

A Sádhaná, no seu início, requer equilíbrio mental. Essa harmonia mental pode também ser chamada de moralidade. Diz-se freqüentemente: “Eu não sigo religião nem rituais; eu sou fiel à verdade; não prejudico ninguém, não digo mentiras e isto é o que é necessário. Nada mais deve ser feito ou aprendido.” Deveria ser claramente entendido que a moralidade é somente um esforço para levar uma vida correta. Seria mais correto definir moralidade como uma força dinâmica do que como uma força estática, porque o equilíbrio nas esferas exteriores da vida é mantido travando-se uma guerra sem tréguas contra todas as idéias contrárias. Não é um equilíbrio interno-externo. Se o estado de desequilíbrio mental tomar um rumo de difícil correção, devido à pressão das tentações externas, e se o distúrbio mental for intenso, será muito provável que a força para a luta interna se enfraqueça e que, como conseqüência, o equilíbrio externo ou a demonstração de moralidade venha a se desfazer a qualquer momento. Eis por que a moralidade não é uma meta nem uma força estática. A moralidade de um moralista pode desaparecer a qualquer momento. Não se pode dizer com certeza que o moralista que resiste à tentativa de suborno por dois reais possa também resistir à oferta de 200.000 reais. Contudo, moralidade não é, em absoluto, desprovida de valor na vida do homem. Moralidade é um atributo do bom cidadão e se constitui no ponto de partida no caminho da Sádhaná.

Os ideais morais devem ser tais que possam fornecer ao homem capacidade e inspiração para prosseguir na senda da Sádhaná. A moralidade depende dos esforços no sentido de manter o equilíbrio com relação aos fatores tempo, lugar e pessoa; e, devido a isso, pode haver diferenças no código moral. Porém, o objetivo final da moralidade é o alcance da Bem-aventurança Suprema. Logo, não pode haver qualquer possibilidade de incorreção devido aos fatores relativos. Não se pode dizer que o alvo final da vida humana seja não roubar; o desejável é que a tendência para roubar seja eliminada. Não é a meta da vida que o homem não se entregue à falsidade; o importante é que a tendência para mentir seja dissipada.

O Sádhaka inicia suas práticas espirituais observando os princípios moralistas baseados em não se envolver em roubo ou falsidade. O objetivo dessa moralidade é alcançar a união com Brahma — um estado onde deixam de existir a vontade de roubar e a tendência à mentira.

Na Sádhaná da Ananda Marga, a educação moral é ensinada com esse ideal de união com Brahma, porque a Sádhaná não é possível sem uma ideação moral. A Sádhaná desprovida de moralidade desencaminha o homem novamente para os prazeres materiais, e, a qualquer momento, ele pode empregar seu poder mental obtido com muita dificuldade para saciar a sede de desejos materiais fúteis. Há muitas pessoas que perderam o ritmo da Yoga ou da Sádhaná Tântrica e estão desperdiçando seus dias em desonra e infâmia. Qualquer pequeno progresso que elas tenham alcançado através de um rigoroso controle de seus instintos perdeu-se por um erro momentâneo, na busca de prazeres mundanos. É preciso, portanto, salientar que, mesmo antes de começar a Sádhaná, os princípios morais devem ser rigorosamente seguidos. Aqueles que não os cumprem não devem seguir a senda da Sádhaná; pois, do contrário, causarão danos a si próprios e aos outros. Os ácáryas (monges e monjas da Ananda Marga) devem ter observado que as pessoas de natureza super-egoísta temem a Ananda Marga por temerem seguir os princípios morais estritamente; receiam que a difusão do ideal da Ananda Marga seja um empecilho à realização de seus desejos baixos, egoístas, e, portanto, eles se entregam à difamação da Ananda Marga, para encobrir sua própria fraqueza e desonestidade. Porém, é mister lembrar que os que carecem de princípios morais não merecem ser chamados de seres humanos. Todavia, por mais que tentem, sua verbosidade não pode esconder por muito tempo a insignificância de suas mentes.

Shrii Shrii Ánandamúrti - A'nanda Pu'rn'ima' 1957

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