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A Purely Personal Entity
Time-length-icon 18m 4s
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Publish-date-icon February 2, 2012
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EPISODE DESCRIPTION

You know lalita mármika dance used during kiirtana is a purely spiritual dance, and kaośikii is a psycho-spiritual dance – it starts on the psychic level and culminates on the spiritual level. And táńd́ava is physico-psycho-spiritual. In lalita mármika, the position of the arms is above ninety degrees. This denotes that (it is a mudrá – in Sanskrit it is called a mudráwinking – this mudrá means, “O Supreme Creator, Thou art mine and I am Yours. I am Thine.” Now everywhere in the world you will see one entity is in the possessive case and another is owned by that person or that entity. That is, each and every object has a certain entitative relationship with others. And what's the entitative relationship with the Supreme Creator? The Supreme Creator belongs to one and all and the created beings all belong to the Supreme Entity. This is the philosophical interpretation. Even in the field of occult science it is the [[only]] interpretation. But for a devotee, the interpretation is not like that. Amongst devotees there are three clear categories. One category, call it “third-grade,” says, “O Lord, You belong to everybody – You belong to one and all – and because I am also included within the scope of ‘all’, You belong to me also.” And the second-grade devotee will say, “No, no, no. That is not the correct psychic approach. You belong to me, and because You belong to me You belong to all. That is, the first thing is that You belong to me. And the second thing, because You belong to me, is that You belong to others also.” And the first-grade devotee says, “No, no, no, that's not the correct approach. You belong to me and You belong to me only and not to others. The relationship is purely personal. I don't know any philosophy, I don't know any occult science. I know that You are mine and I am Yours. In this realm of relationship I do not allow any third person to come. The relationship is purely mutual. I will share anything and everything with others; but You are one hundred percent mine.” I hope you boys and you girls belong to the first grade of devotees. That is, the relationship is a personal one. And regarding this personal relationship there are some other important aspects of philosophy. Now, in pure philosophy, Parama Puruśa is an impersonal entity. In occult science He is a blending of personal and impersonal entities. Just now I said that in philosophy Parama Puruśa is an impersonal Entity. He is the Nucleus of this Cosmic order. That Nucleus is certainly not a personal entity. Because He is above the scope of all mundane explanations. So He is certainly an impersonal entity. And in the realm of spiritual cult, He is a blending of personal and impersonal entities. That is, while approaching Him, while accepting Him as the only object of adoration, He is looked upon as a personal entity. But when His entitative existence is accepted not as the object of adoration but as the source of creation, in that case He is an impersonal entity. That's why I said that in the cult of spirituality He is a blending of personal and impersonal entities. But in the realm of devotion He is purely a personal Entity. He is mine, He is my Father, He is my closest relative. He is my bigger self. He is not a second entity; that is, the relationship is purely a personal one. There cannot be any love with an impersonal entity. One cannot be in love with an impersonal entity. Love requires a personal entity. Now as the relationship is a personal one, and as the entity of Parama Puruśa is purely a personal one in the field of divinity or in the field of devotion, the interpretation of the creation also varies from [[that of]] philosophy or that of occult spirituality. Ask a philosopher why this Universe was created, for what Parama Puruśa created this Universe. He will not be able to satisfy you with His reply. He will say “Perhaps this was His idea,” or “Perhaps that was His idea,” “Perhaps this was the motive,” “Perhaps that was the motive;” but the reply is vague. Not to the point, never to the point. Ask an adherent of the actional cult. He will not be able to satisfy you with his reply. He will say, “There are so many flows of expression. This Universe is a [[mesh]] of waves of different lengths, of different sounds, of different colours.” But these replies will not satisfy a spiritual aspirant. The spiritual aspirant, or the devotee, will say the reply is very simple – “Before the creation, my Supreme Father was alone in this Universe. There was nothing, and for want of the quinquelemental factors, there was nothing to see, nothing to do. He was alone. Suppose you are alone in a particular village or in a particular house. What will be your position? What will be your mental condition? You will be just like – what? An insane person, a madman. So in this vast Cosmos my Father was alone. Just try to feel what His condition was, what His mental condition was. So just to save Himself from the monotony of singularity, He created this Universe. Just to play with His children. This is the only reason. I know no other philosophy.” This will be the reply of the devotee. Sá vá eśa tadá drśt́á na pashya drshya mekarát́ Me ne santamivátmánaḿ supta shaktirasupta dik. [Parama Puruśa had the power of observation. He had the hearing capacity and the power to speak. But there was no jiiva to observe. There was no need to ascertain the fundamentals of truth because there was no second entity, there was nobody except Him. There was nobody to converse with.] And this creation, what is it? It is nothing but different portions of His Divine body. And that's why I said that there is no sinner in this world. All are his loving children. You boys, you girls – forget your past and start your life afresh with this subtlest and noblest idea – that you are inseparable particles of that Supreme Entity, of that Parama Puruśa.

P.R. SARKAR - 11 May 1979 evening, Fiesch, Switzerland Published in: Ánanda Vacanámrtam Part 12 Bábá in Fiesch

Uma entidade puramente pessoal

Você sabe a dança lalita marmika usada durante kiirtana é uma dança puramente espiritual, e kaosikii é uma dança psico-espiritual - começa no nível psíquico e culmina no nível espiritual. E tandava é físico-psico-espiritual. Em lalita marmika, a posição dos braços fica noventa graus acima. Isto denota que é um mudra (em sânscrito é chamado de mudra). Este mudra significa - "Oh Supremo Criador, Tu és meu e eu sou Teu. Eu sou Teu! ". Agora, em qualquer lugar do mundo você vai ver uma entidade que, no caso possessivo, é de outro, é de propriedade daquela pessoa ou daquela entidade. Ou seja, cada objeto tem uma certa relação entitativa com os outros. E o que é a relação entitativa com o Supremo Criador? O Supremo Criador pertence a cada um e à todos os seres criados e todos pertencem à Entidade Suprema. Esta é a interpretação filosófica. Mesmo no campo da ciência oculta é a penas uma interpretação. Mas, para um devoto, a interpretação não é assim. Entre os devotos existem três claras categorias. Uma categoria, a chamam de "terceiro grau", diz - "Ó Senhor, Você pertence a todos. Você pertence a todos e cada um, e porque eu também estou incluída no âmbito do “todos”, Você também pertence a mim." E o devoto de segundo grau diz - "Não, não, não. Esta não é a abordagem psíquica correta. Você pertence a mim, e porque você pertence a mim Você pertence a todos. Ou seja, a primeira coisa é que você pertence a mim. E a segunda coisa, porque você pertence a mim, é que Você pertence a outros também." E o devoto de primeiro grau diz - " Não, não, não, esta não é a abordagem correta. Você pertence a mim e você pertence somente a mim e não aos outros. A relação é puramente pessoal. Eu não sei qualquer filosofia, eu não conheço nenhuma ciência oculta. Eu sei que Você é meu e eu sou Teu. Neste modo de relacionamento eu não permito que qualquer terceira pessoa possa existir. A relação é puramente mútua. Vou compartilhar tudo e qualquer coisa com os outros, mas Você é cem por cento meu". Espero que os rapazes e moças pertençam ao primeiro grau de devotos. Isto é, a relação é pessoal. E em relação a este relacionamento pessoal, há alguns outros aspectos importantes da filosofia. Agora, na filosofia pura, Parama Purusa é uma entidade impessoal. Na ciência oculta Ele é uma mistura de entidades pessoais e impessoais. Só agora eu disse que na filosofia Parama Purusa é uma entidade impessoal. Ele é o Núcleo de esta ordem cósmica. Núcleo que certamente não é uma entidade pessoal. Porque Ele está acima do alcance de todas as explicações mundanas. Por isso Ele é, certamente, uma entidade impessoal. E na esfera do culto espiritual, Ele é uma mistura de entidades pessoais e impessoais. Isto é, quando se aproxima dele, enquanto aceitá-Lo como o único objeto de adoração, Ele é percebido como uma entidade pessoal. Mas quando sua existência entitativa é aceita não como objeto de adoração, mas como a fonte da criação, nesse caso, Ele é uma entidade impessoal. É por isso que eu disse que no culto da espiritualidade Ele é uma mistura de entidades pessoais e impessoais. Mas no reino de devoção Ele é puramente uma entidade pessoal. Ele é meu, Ele é meu Pai, Ele é meu parente mais próximo. Ele é o meu Eu maior. Ele não é uma segunda entidade, isto é, a relação é puramente uma questão pessoal. Não pode haver nenhum amor com uma entidade impessoal. Não se pode estar apaixonado por uma entidade impessoal. O amor requer uma entidade pessoal. Agora... como a relação é pessoal, e como a entidade de Parama Purusa é puramente uma questão pessoal no campo da divindade ou no campo de devoção, a interpretação da criação também varia de filosofia ou na espiritualidade oculta. Pergunte a um filósofo por que este universo foi criado, para que Parama Purus'a criou este Universo. Ele não será capaz de satisfazê-lo com sua resposta. Ele vai dizer "Talvez essa era sua idéia", ou "Talvez aquela era sua idéia", "Talvez esse foi o motivo", "Talvez esse tenha sido o motivo", mas a resposta é vaga. Não ao ponto, nunca ao ponto. Pergunte a um adepto do culto acional. Ele não será capaz de satisfazê-lo com sua resposta. Ele vai dizer - "Há tantos fluxos de expressão. Esse universo é uma mistura de ondas de diferentes comprimentos, de diferentes sons, de cores diferentes. " Mas estas respostas não irá satisfazer um aspirante espiritual. O aspirante espiritual, ou o devoto, vai dizer a resposta é muito simples - "Antes da criação, meu Pai Supremo estava sozinho neste Universo. Não havia nada, e por falta dos fatores quinquelemental, não havia nada para ver, nada a fazer. Ele estava sozinho. Suponha que você está sozinho em uma vila particular ou em uma casa particular.Qual será sua posição? Qual será o seu estado mental? Você vai ser como - o quê? Uma pessoa insana, um louco. Portanto, neste vasto Cosmos meu Pai estava sozinho. Basta tentar sentir qual era sua condição, qual era sua condição mental. Então, só para salvar a si mesmo da monotonia da Singularidade, Ele criou este Universo. Só para brincar com seus filhos. Esta é a única razão. Não conheço outra filosofia. "Esta será a resposta do devoto. Sa va esa tada drsta nd pashya drshya mekarat Me ne santamivatmanam Supta shaktirasupta dik. [Parama Purusa tinha o poder de observação. Ele tinha a capacidade auditiva e o poder de falar. Mas não havia jiiva para observar. Não houve necessidade de verificar os fundamentos da verdade, porque não havia uma segunda entidade, não havia ninguém, exceto Ele. Não havia ninguém para com quem conversar.] E esta criação, o que é? Não é nada, mas diferentes partes de Seu corpo divino. E é por isso que eu disse que não há má pessoa neste mundo. Todos são seus filhos amados. Vocês, rapazes, vocês garotas - esqueçam o passado e iniciem sua nova vida com essa sutil e nobre ideia - “Que são partículas inseparável desta Entidade Suprema, deste Parama Purus'a.”

P.R.SARKAR - 11 maio de 1979 à noite, Fiesch, na Suíça Publicado em: Ananda Vacanamrtam Parte 12 Baba em Fiesch

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